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Forró do Zé Lauza - Viva São João
OUÇA:

Forró do Zé Lauza - Viva São João
Zé Lauza

É tempo de São João! E com as festas, o sanfoneiro Zé Lauza chega para animar!
  • Album
    1 A Caminho do Broque 3:25
    2 Tenha Cuidado 3:34
    3 Baião do Fuá 3:33
    4 Queira ou Não Queira 3:42
    5 Quando Você Chega 3:24
    6 Homenagem à Mario Zan 3:20
    7 Água de Pureza 3:33
    8 Seja Feliz 3:19
    9 ABC do Arraiá 3:26
    10 Fuxico 2:52
    11 Se Chover 3:07
    12 Xamego 3:22
    13 Quando Eu Passo em Acari 3:04
    14 Segura o Jegue Nêgo Mole 2:42
    15 Meu Arpejo 3:10
    16 Xamegado Bom 3:25
    17 Se For Assim 3:44
    18 Vou Seguir Em Frente 3:29
    19 Sem Correria 2:49
    20 Arraiá da Alegria 4:01

Sobre o produto:

Há muitos anos atrás, pelos idos 58/59, à época da explosão do baião, os irmãos Zé, Chico e João montaram o trio lá no sertão. Nascidos no Coroatá, comunidade rural enclavada entre a divisa RN/PB, eles eram catadores de algodão, mas também tinham pendores para a arte.

 

À custa de muita confusão com seu pai Cezário, quando fez 18 anos Zé viajou a uma cidade para comprar uma ... sanfona. E não demorou a aprender logo os primeiros chorinhos, as primeiras valsas, embasbacado pelas teclas brancas do instrumento e animado por um aparelho surgido naqueles dias por ali onde moravam, que tinha o nome de rádio e onde eles escutavam um certo Luiz Gonzaga e um tal Mário Zan. Embalados, Chico e João desataram a batucar. O primeiro, mais jovem, aprendeu a bater o pandeiro, e o outro passou a tocar um instrumento feito de pau oco que era chamado melê, e que naquele tempo substituía o zabumba.

 

Logo logo, os três começaram a fazer festa, muita festa. Muitas festas. Foram aparecendo os primeiros convites para bailes na vizinhança. Compraram bicicletas com farol, e pelos fins de semana, após o duro trabalho na roça, partiam pedalando pelas estradas do sertão até onde o arrastapé iria acontecer.

 

O céu muito estrelado daquelas noites do luar do sertão cedia uma mágica atmosfera àqueles encontros ao pé das serras, e invariavelmente realmente as despedidas não eram aceitas antes do sol raiar. Hoje ainda o sanfoneiro Zé de Cezário é um sujeito admirado pelo seu carisma e fidelidade à arte. É ímpar. É bom para ver é bom pra ouvir e melhor ainda pra dançar o "Forró do Zé Lauza - Viva São João"